No culto deste domingo, fomos conduzidos a refletir sobre uma fé real, sincera e possível. Não uma fé perfeita, mas uma fé que se apresenta diante de Deus exatamente como está.
A mensagem foi baseada em Marcos 9:16–29, onde vemos um pai desesperado buscando ajuda para seu filho. Em meio à dor e à frustração, ele faz uma das declarações mais honestas da Bíblia:
“Creio, ajuda-me na minha incredulidade.”
Esse homem nos representa. Muitas vezes queremos crer, mas também carregamos dúvidas, medos e inseguranças. Ainda assim, ele não desistiu. Ele foi até Jesus. E isso fez toda a diferença.
Aprendemos que não é o tamanho da nossa fé que move o Reino de Deus, mas em quem ela está depositada. Mesmo uma fé pequena, quando colocada em Cristo, é suficiente para tocar o coração do Pai.
A Palavra também nos ensinou que a fé cresce à medida que nos aproximamos de Deus. Quando ouvimos a Palavra, quando congregamos, quando escolhemos confiar, algo acontece dentro de nós. A fé é fortalecida, o relacionamento com Deus amadurece e passamos a enxergar além do que os olhos naturais veem.
Buscar fé é um desejo do coração humano. É acreditar que situações podem mudar, que o impossível pode acontecer, que Deus ainda age. E essa fé é alimentada todos os dias pela Palavra, pela oração e pela comunhão.
Também fomos chamados a amadurecer. A fé cristã não é infantil ou baseada apenas em sentimentos, mas em relacionamento, confiança e perseverança. Quanto mais perto de Deus, mais crescemos. Quanto mais crescemos, mais confiamos.
Encerramos o culto com a certeza de que a fé é uma arma poderosa nas mãos daqueles que decidem crer, mesmo quando tudo parece contrário. O Reino de Deus se move quando escolhemos confiar.
Que essa Palavra continue produzindo frutos em nossos corações durante a semana.
Seguimos juntos, como família, crescendo em fé e caminhando com Deus.